segunda-feira, 5 de março de 2012

Recomeçaram as mensagens confusas, aquilo que fazes, a forma como ages fazem-me imaginar cenários que podem não corresponder à realidade. E por enquanto fico-me com o coração apertadíssimo, sempre depois das noites em que falamos, em que pareces ser aquilo que depois não és. Fazes-me andar pensativa e com esta sensação que me corrói os nervos e quase me faz chorar. Ou sim ou não. É simples! Nestas coisas não há meios-termos. Só precisava de saber se me vês como eu te vejo a ti. Se quando olhas para mim sorris involuntariamente, se quando estás em meu redor o mundo parece estagnar e nada mais parece importar. Se quando eu te toco, mesmo que involuntariamente, o teu coração bate mais rápido.É que isto digo-te, não é vida para ninguém. 

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